Você já sabe como emitir GNRE? Esse é um processo bastante conhecido dos profissionais do departamento fiscal, mas será que você consegue executá-lo com o máximo de eficiência?
No mundo digital em que vivemos, é sempre inteligente buscar as formas mais práticas para realizar tarefas do dia a dia. Afinal de contas, a automação está cada vez mais presente no fluxo de trabalho das organizações – e com o departamento fiscal isso não é diferente.
Neste artigo vamos esclarecer como emitir GNRE de duas maneiras: da forma manual tradicional e com o uso de uma solução digital para automação do processo. Confira!
Antes de falarmos de como emitir GNRE, é importante compreender melhor o que é a Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais, certo?
GNRE é o documento responsável por registrar as vendas de produtos para fora do estado. Ela é necessária porque nessas operações interestaduais existe a necessidade da substituição tributária, em que quem recolhe o ICMS não é a mesma empresa que realizou a venda.
Ou seja, a GNRE surgiu para permitir a partilha do ICMS, facilitando a arrecadação desse imposto em operações interestaduais.
Já vimos o que é GNRE, mas quem são as empresas que precisam fazer a emissão desse documento?
As empresas que têm que emitir GNRE são aquelas que efetuam a venda de mercadorias com destino a outros estados ou prestações de serviços de transporte interestadual.
Portanto, estão obrigadas a emitir GNRE todas as organizações que vendem produtos para outros estados. Já a responsabilidade do recolhimento é atribuída da seguinte forma:
a) ao destinatário, quando este for contribuinte do imposto.
b) ao remetente, quando o destinatário não for contribuinte do imposto.
Confira a seguir quais são os tipos de receita que podem ser recolhidos com a emissão da GNRE, acompanhadas pelo código de receita:
a) ICMS Comunicação (Código 10001-3)
b) ICMS Energia Elétrica (Código 10002-1)
c) ICMS Transporte (Código 10003-0)
d) ICMS Substituição Tributária por Apuração (Código 10004-8)
e) ICMS Importação (Código 10005-6)
f) ICMS Autuação Fiscal (Código 10006-4)
g) ICMS Parcelamento (Código 10007-2)
h) ICMS Dívida Ativa (Código 15001-0)
i) Multa p/infração à obrigação acessória (Código 50001-1)
j) Taxa (Código 60001-6)
l) ICMS recolhimentos especiais (Código 10008-0)
m) ICMS Substituição Tributária por Operação (Código 10009-9)
n) ICMS Consumidor Final não contribuinte outra UF por Operação (Código 10010-2)
o) ICMS Consumidor Final não contribuinte outra UF por Apuração (Código 10011-0)
p) ICMS Fundo Estadual de Combate à Pobreza por Operação (Código 10012-9)
q) ICMS Fundo Estadual de Combate à Pobreza por Apuração (Código 10013-7)
r) ICMS DeSTDA (Código 10014-5)
Afinal, como emitir GNRE?
Essa é uma pergunta que possui duas respostas diferentes conforme o procedimento utilizado. É possível fazer a emissão manual no site do SEFAZ ou, então, usar uma solução digital para emissão automática da GNRE, sendo esta a opção ideal para quem emite várias guias e precisa de agilidade nessa tarefa.
Portanto, vamos compreender melhor como funcionam essas duas formas de emissão:
O procedimento para emitir GNRE manualmente não é difícil, porém possui várias etapas – o que pode gerar uma lentidão nesse processo e aumentar as chances de erros. Veja quais são os passos que devem ser seguidos:
Também é importante destacar quais são os processos necessários para emissão da guia de pagamento (passos 5 e 6):
Todos os passos para emitir GNRE que acabamos de ver podem ser facilmente executados por um profissional do departamento fiscal. Porém, requer bastante tempo e atenção constante para que nenhum detalhe passe despercebido. Afinal, basta um erro de digitação para gerar erros no recolhimento adequado do ICMS.
Mas, então, como emitir GNRE mais rápido e com eficiência? A resposta está na automação desse processo.
Para isso, você precisa apenas de um software de automação. Com o Dootax Pagamento de Tributos, por exemplo, você pode fazer a emissão e o pagamento das suas guias tributárias de modo totalmente automático – gerando um salto de produtividade no departamento fiscal.
São muitos os benefícios de explorar a automação para gerar guia GNRE. Veja quais são os principais deles:
Agora que já sabe como emitir GNRE, que tal saber mais sobre as vantagens do processo automático? Descubra agora por que vale a pena investir em automação de GNRE.
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