Você sabe qual é o tempo de liberação de mercadorias na importação no Brasil? É exatamente isso que o Time Release Study buscou identificar – indo fundo no estudo sobre os fluxos de importações.
Trata-se de um estudo que representa um marco na Administração Aduaneira Brasileira por conta da obtenção de informações relevantes para todo o público de comércio exterior, ampliando a transparência e engajando os diversos atores do processo em busca de melhorias.
Quer conferir os principais insights do Time Release Study? Acompanhe logo a seguir.
O Time Release Study é o primeiro Estudo de Tempos de Liberação de Cargas. Ele foi realizado pela Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil (RFB), em parceria com a Secex, Anvisa e Mapa – seguindo a metodologia da Organização Mundial das Aduanas (OMA).
O objetivo desse estudo foi de medir o tempo de despacho na importação no Brasil. Com base nisso, também foi possível avaliar a eficiência e eficácia dos fluxos comerciais internacionais e identificar os gargalos e oportunidades de melhorias.
O Time Release Study considerou as importações dos meses de junho e julho de 2019. Foram medidos os tempos que englobam o processo integral da importação: desde a chegada do veículo transportador até a entrega da carga ao importador.
Além disso, foram consideradas todas as unidades nos modais aéreo e marítimo e as duas principais do modal rodoviário – que juntas responderam por cerca de 46% da movimentação do modal.
Para tornar possível a análise do processo de importação no Brasil foi feita uma divisão em 4 fluxos, que consideram a quantidade de etapas e a complexidade de cada um deles:
Com base nessa divisão em quatro fluxos, reunimos os principais resultados obtidos pelo Time Release Study:
Com base nos resultados do Time Release Study, foram apresentadas algumas soluções que já estão em desenvolvimento e outras recomendações – com base nas oportunidades de melhorias identificadas.
Essas recomendações buscam a redução do tempo para liberação de mercadorias e aumento da eficiência de todo o processo. Elas vão desde a adoção da boa prática de soluções para inspeção física de maneira remota até a criação de módulo unificado de recolhimento de tributos.
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